
Quem tem a virtude da Justiça esforça-se continuamente para dar aos demais o que lhes é devido, de acordo com o cumprimento de seus deveres e de acordo com seus direitos - como pessoas (à vida, aos bens culturais e morais, aos bens materiais), como pais, como filhos, como cidadãos, como profissionais, como governantes, etc.
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Ser justo significa dar a cada um o que lhe é devido. Isto diz respeito aos bens temporais de natureza material. O melhor exemplo disso que podemos dar é a retribuição do trabalho ou o chamado direito ao fruto do próprio trabalho e da própria terra. Mas também se deve ao homem a reputação, o respeito, a consideração e a fama que merece.
A MANEIRA PESSOAL DE VIVER A JUSTIÇA
. Reconheço os direitos das pessoas com as quais me relaciono. ?
(A justiça se baseia nos direitos e nos deveres das pessoas. Cada pessoa necessita receber o que lhe é devido: o cônjuge, o filho, o aluno, o professor, o pai, a autoridade local, etc.).
Tento conhecer cada situação com objetividade com o fim de adotar a atuação mais justa em cada caso. ?
(A justiça não supõe atuar sempre da mesma maneira quando concorrem as mesmas circunstâncias, já que cada pessoa é diferente).
Ainda reconhecendo o que seria uma atuação de justiça por minha parte, estou disposto a superá-la com a caridade quando creio que pode beneficiar ao outro. ?
(A vida de família, em especial, seria enormemente dura se os pais atuassem com justiça total sempre. É necessário o carinho).
. Reconheço os direitos dos outros membros da família. ?
(Por exemplo: o direito à intimidade, o direito a participar, o direito a conviver com ordem, o direito a receber ajuda para melhorar).
Reconheço e vivo os direitos dos demais em meu lugar de trabalho, na cidade, em meu país?
(Aqui aparecem outras virtudes como a honradez, a lealdade ou o patriotismo).
Reconheço o compromisso que adquiri com meus amigos. Reconheço que houve um pacto entre nós que devo cumprir?
(Devo a meus amigos. Adquiri o compromisso de ajudar-lhes a melhorar durante toda a vida e de aprender deles).
Me informo adequadamente com o fim de saber quais são os direitos que devo respeitar, porque se referem ao direito natural?
(Neste campo existem princípios absolutamente básicos: o direito a nascer, o direito a comer e a um teto, o direito a um trabalho digno ou o direito a adquirir e possuir bens).
Sei cumprir com minhas promessas, com os pactos e com os acordos que estabeleço.?
(Apesar de existir a possibilidade de estabelecer pactos ou acordos solenes mediante a assinatura de papéis frente a uma autoridade, não devemos desprezar a palavra dada).
Reconheço que opor-se, criticar por princípio ou censurar a outro é por si próprio uma falta de justiça.
(As pessoas têm o direito à verdade e também ao bom nome).
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Ser justo significa dar a cada um o que lhe é devido. Isto diz respeito aos bens temporais de natureza material. O melhor exemplo disso que podemos dar é a retribuição do trabalho ou o chamado direito ao fruto do próprio trabalho e da própria terra. Mas também se deve ao homem a reputação, o respeito, a consideração e a fama que merece.
A MANEIRA PESSOAL DE VIVER A JUSTIÇA
. Reconheço os direitos das pessoas com as quais me relaciono. ?
(A justiça se baseia nos direitos e nos deveres das pessoas. Cada pessoa necessita receber o que lhe é devido: o cônjuge, o filho, o aluno, o professor, o pai, a autoridade local, etc.).
Tento conhecer cada situação com objetividade com o fim de adotar a atuação mais justa em cada caso. ?
(A justiça não supõe atuar sempre da mesma maneira quando concorrem as mesmas circunstâncias, já que cada pessoa é diferente).
Ainda reconhecendo o que seria uma atuação de justiça por minha parte, estou disposto a superá-la com a caridade quando creio que pode beneficiar ao outro. ?
(A vida de família, em especial, seria enormemente dura se os pais atuassem com justiça total sempre. É necessário o carinho).
. Reconheço os direitos dos outros membros da família. ?
(Por exemplo: o direito à intimidade, o direito a participar, o direito a conviver com ordem, o direito a receber ajuda para melhorar).
Reconheço e vivo os direitos dos demais em meu lugar de trabalho, na cidade, em meu país?
(Aqui aparecem outras virtudes como a honradez, a lealdade ou o patriotismo).
Reconheço o compromisso que adquiri com meus amigos. Reconheço que houve um pacto entre nós que devo cumprir?
(Devo a meus amigos. Adquiri o compromisso de ajudar-lhes a melhorar durante toda a vida e de aprender deles).
Me informo adequadamente com o fim de saber quais são os direitos que devo respeitar, porque se referem ao direito natural?
(Neste campo existem princípios absolutamente básicos: o direito a nascer, o direito a comer e a um teto, o direito a um trabalho digno ou o direito a adquirir e possuir bens).
Sei cumprir com minhas promessas, com os pactos e com os acordos que estabeleço.?
(Apesar de existir a possibilidade de estabelecer pactos ou acordos solenes mediante a assinatura de papéis frente a uma autoridade, não devemos desprezar a palavra dada).
Reconheço que opor-se, criticar por princípio ou censurar a outro é por si próprio uma falta de justiça.
(As pessoas têm o direito à verdade e também ao bom nome).

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