terça-feira, 27 de outubro de 2009
sexta-feira, 23 de outubro de 2009
Positivos mudulo1
TG09- Samuel Lima, Jõao Gonçalves
TETO 09- Pedro dos Santos, Ruben Ramos, Nelson Lima , Jõao Lorenzo
TETO 09- Pedro dos Santos, Ruben Ramos, Nelson Lima , Jõao Lorenzo
quarta-feira, 21 de outubro de 2009
A virtude da fortaleza

A energia de sua juventude te ajudará a se tornar uma mulher forte, capaz de enfrentar e superar os obstáculos que a vida apresenta.
A virtude da fortaleza para uma jovem como você, que começa a caminhar de uma forma mais independente pela vida, é extremamente necessária para se transformar em uma mulher forte e com personalidade autêntica, sem máscaras.
O que é a fortaleza?
A fortaleza, de acordo com David Isaacs, é “a grande virtude: a virtude dos apaixonados, dos que têm convicção e daqueles que, por um verdadeiro ideal, são capazes de enfrentar os maiores riscos”.
É esta maravilhosa amiga da personalidade que dá força nas situações de dificuldade e concede constância e perseverança na busca suprema do bem. Sua amiga fortaleza é a que te ajuda a resistir às tentações (ficar tempo demasiado na cama, deixar o quarto desarrumado, não cumprir as obrigações escolares, ignorar as tarefas domésticas), e a abandonar sua própria comodidade.
Além disso, ela auxilia a superar os obstáculos em sua vida moral. Trata-se, amiga, de ir se exercitando dia-a-dia para aprender a ser você mesma em meio às pressões e expectativas dos outros - especialmente as dos jovens de sua idade - que não te conduzem à felicidade para a qual você foi criada. Defenda a todo custo sua virgindade. Você é capaz de não aderir à moda do “umbigo descoberto”. Tenha cuidado e guarde a visão de tudo que possa te levar a ter desejos impuros.
Quando se aprende a ser forte durante a juventude, os obstáculos que surgirão no seu caminho serão vencidos com muito mais serenidade e maturidade.
Quem é a jovem forte?
É você! Sim, a jovem forte tem a capacidade de escolher e construir uma relação ou projeto de vida. Quando esse não existe, você não leva a vida, mas se deixa levar, se deixa manipular. A fortaleza te dará a valentia para se fazer os seguintes questionamentos: quais são minhas qualidades? Quais são os valores que desejo viver? O que me motiva a fazer isto?
Então, a fortaleza será base para você fazer uma lista das qualidades que você possui, e para você desenvolve-los de modo harmonioso com sua personalidade. Por exemplo:
- Gosto de ser ordenada;
- Sou solícita e ajudo os outros;
- Tenho talento para praticar tênis;
- Gosto de cozinhar;
- Desfruto das leituras;
- Sou bem-humorada.
Quais são os valores que quero viver?
Se você decidiu que a virtude da fortaleza é um alicerce de sua personalidade, então ela se converte em um valor para você. São valores que te sustentam e que te levam a “resistir” contra tudo o que vem de fora, sobretudo nas coisas pequenas:
- Sorrir mesmo que você não esteja de bom humor;
- Vencer-se para não discutir com seus pais ou irmãos;
- Não dar chance ao desânimo, que é o caminho para o fundo do poço, e que te faz ficar fechada em seu próprio mundo;
- Comer moderadamente, porém desfrutando daquilo que come;
- Não se influenciar demasiadamente pela moda.
O que me motiva a fazer isto?
A melhor motivação é que queira ser uma boa filha de Deus e buscar que a motivação para dar o melhor de si seja precisamente o Seu amor. Se Deus é o motor de sua vida, então, amiga, você será uma mulher forte, que honra sua palavra e seus ideais.
Olhe tudo o que você faz!
Com a fortaleza você conseguirá levantar todos os dias muito cedo, estipular uma hora fixa para estudar, voltar a pôr as coisas que usou em seus devidos lugares e fazer exercícios para manter seu corpo saudável. Com a fortaleza, também poderá proteger sua virgindade, dizer não ao álcool e cigarro, ser uma amiga sincera que não fala pelas costas dos outros e, sobretudo, poderá trilhar um caminho que conduz ao bem.
Com a fortaleza em mente, a vontade nos braços e com a ajuda da graça, você vencerá todos os obstáculos; e experimentará a conseqüência tão maravilhosa que provém do fato de você lutar com prudência, paciência e perseverança, enquanto você se torna mais mulher a cada dia: a alegria
A virtude da fortaleza para uma jovem como você, que começa a caminhar de uma forma mais independente pela vida, é extremamente necessária para se transformar em uma mulher forte e com personalidade autêntica, sem máscaras.
O que é a fortaleza?
A fortaleza, de acordo com David Isaacs, é “a grande virtude: a virtude dos apaixonados, dos que têm convicção e daqueles que, por um verdadeiro ideal, são capazes de enfrentar os maiores riscos”.
É esta maravilhosa amiga da personalidade que dá força nas situações de dificuldade e concede constância e perseverança na busca suprema do bem. Sua amiga fortaleza é a que te ajuda a resistir às tentações (ficar tempo demasiado na cama, deixar o quarto desarrumado, não cumprir as obrigações escolares, ignorar as tarefas domésticas), e a abandonar sua própria comodidade.
Além disso, ela auxilia a superar os obstáculos em sua vida moral. Trata-se, amiga, de ir se exercitando dia-a-dia para aprender a ser você mesma em meio às pressões e expectativas dos outros - especialmente as dos jovens de sua idade - que não te conduzem à felicidade para a qual você foi criada. Defenda a todo custo sua virgindade. Você é capaz de não aderir à moda do “umbigo descoberto”. Tenha cuidado e guarde a visão de tudo que possa te levar a ter desejos impuros.
Quando se aprende a ser forte durante a juventude, os obstáculos que surgirão no seu caminho serão vencidos com muito mais serenidade e maturidade.
Quem é a jovem forte?
É você! Sim, a jovem forte tem a capacidade de escolher e construir uma relação ou projeto de vida. Quando esse não existe, você não leva a vida, mas se deixa levar, se deixa manipular. A fortaleza te dará a valentia para se fazer os seguintes questionamentos: quais são minhas qualidades? Quais são os valores que desejo viver? O que me motiva a fazer isto?
Então, a fortaleza será base para você fazer uma lista das qualidades que você possui, e para você desenvolve-los de modo harmonioso com sua personalidade. Por exemplo:
- Gosto de ser ordenada;
- Sou solícita e ajudo os outros;
- Tenho talento para praticar tênis;
- Gosto de cozinhar;
- Desfruto das leituras;
- Sou bem-humorada.
Quais são os valores que quero viver?
Se você decidiu que a virtude da fortaleza é um alicerce de sua personalidade, então ela se converte em um valor para você. São valores que te sustentam e que te levam a “resistir” contra tudo o que vem de fora, sobretudo nas coisas pequenas:
- Sorrir mesmo que você não esteja de bom humor;
- Vencer-se para não discutir com seus pais ou irmãos;
- Não dar chance ao desânimo, que é o caminho para o fundo do poço, e que te faz ficar fechada em seu próprio mundo;
- Comer moderadamente, porém desfrutando daquilo que come;
- Não se influenciar demasiadamente pela moda.
O que me motiva a fazer isto?
A melhor motivação é que queira ser uma boa filha de Deus e buscar que a motivação para dar o melhor de si seja precisamente o Seu amor. Se Deus é o motor de sua vida, então, amiga, você será uma mulher forte, que honra sua palavra e seus ideais.
Olhe tudo o que você faz!
Com a fortaleza você conseguirá levantar todos os dias muito cedo, estipular uma hora fixa para estudar, voltar a pôr as coisas que usou em seus devidos lugares e fazer exercícios para manter seu corpo saudável. Com a fortaleza, também poderá proteger sua virgindade, dizer não ao álcool e cigarro, ser uma amiga sincera que não fala pelas costas dos outros e, sobretudo, poderá trilhar um caminho que conduz ao bem.
Com a fortaleza em mente, a vontade nos braços e com a ajuda da graça, você vencerá todos os obstáculos; e experimentará a conseqüência tão maravilhosa que provém do fato de você lutar com prudência, paciência e perseverança, enquanto você se torna mais mulher a cada dia: a alegria
A maturidade e o bem comum
A maturidade e o bem comum
Se sabemos valorizar tudo o que recebemos da comunidade humana onde temos as nossas raízes, surge o dever moral de gratidão.
Tanto mais que normalmente não é possível devolver o equivalente ao que recebemos. Só podemos apreciá-los e orientar o agradecimento no sentido de ajudar os que vêm atrás de nós.
Chegar à maturidade humana significa superar a mentalidade de criança, que sempre espera receber dos mais velhos, e adquirir consciência das responsabilidades próprias.
Chegar à idade adulta significa assumir os trabalhos que a manutenção da vida social traz consigo, isto é, preocupar-se dos outros. Isto significa contribuir para o bem comum.
O bem comum é um imenso conjunto de bens materiais e espirituais que formam o património de uma sociedade. Por exemplo, a geografia e as paisagens de um país, as águas e riquezas naturais, o seu nível de vida, capacidade de produção, infra-estruturas de transportes e comunicações, edifícios, sistema de educação e de saúde, património artístico, etc.
E ainda outras coisas menos visíveis, mas importantes, como a ordem pública, a eficiência e a honestidade das instituições, a moralidade pública e familiar, etc. Também faz parte do bem comum que este esteja bem repartido por todos os membros da sociedade.
Todos os membros da sociedade têm o direito de gozar dos bens comuns e os membros adultos têm o dever de contribuir para esse bem comum de acordo com as suas possibilidades. Além disso, os adultos têm de contribuir proporcionalmente com mais do que recebem, porque os outros mais débeis (crianças, anciãos, doentes) podem contribuir com menos. Não é uma injustiça, mas precisamente o contrário!
O modo normal de contribuir para o bem comum é desempenhar bem o trabalho que lhe corresponde, seja ele qual for. Depois, cuidar das pessoas que de nós dependem. E também ajudar a conservar e fazer crescer todos os bens, materiais e espirituais, que o constituem. Contribui-se par o bem comum promovendo ou sustentando associações culturais, desportivas, de assistência, etc. Quanto mais iniciativas deste género houver, mais rica é uma sociedade.
Há assim três planos distintos de desenvolver os talentos pessoais: 1) desenvolvendo os próprios talentos a nível pessoal; 2) através dos laços familiares e de amizade; 3) assumir com entusiasmo as tarefas relativas ao bem comum da sociedade.
O homem deve cuidar e servir-se das coisas criadas por Deus. O homem é unicamente administrador, e prestará contas.
Mentalidade criada pela revolução industrial: avidez sem medida e considerar a natureza como "propriedade de ninguém". Dois graves inconvenientes: 1) muitos dos recursos são limitados; 2) os meios poderosíssimos que hoje dispomos para explorar a natureza.
As coisas têm uma dignidade (reflexo da beleza, da bondade e do poder de Deus) e a nossa inteligência diz-nos que temos a obrigação de respeitá-la: 1) evitar destruí-la; 2) não desperdiçar os recursos; 3) minorar os efeitos destrutivos da acção do homem ou da própria natureza; 4) acrescentar a beleza da criação.
Superar o consumismo, desenvolvendo um estilo de vida sóbrio: 1) não desejar coisas supérfluas ou desnecessárias; 2) procurar que durem as coisas; diminuir a produção do "lixo".
Entre iguais
Os outros são nossos iguais: são diferentes em muitos aspectos, mas são seres humanos como nós, todos temos os mesmos direitos (é a base da justiça).
Mas também há o preceito de que os "amemos como a nós mesmos". É uma opção. Também podíamos pensar que "somos concorrentes", pois gostamos dos mesmos bens que muitas vezes são escassos. Seria a lei da selva, a lei do mais forte. Como com os ratos: os mais fortes comem primeiro e os outros comem o que podem.
Neste caso, para que os homens não se destruam uns aos outros, estabelecem-se umas regras, umas normas legais, uns direitos fundamentais, e cria-se uma autoridade que corrija os abusos. Esta é a função que se costuma atribuir ao Estado. Assim acontece nas sociedades desenvolvidas.
Mas a "lei da selva" não se pode corrigir à força das leis e da repressão. A caridade não se impõe por decreto. É uma questão moral, que pertence ao exercício da liberdade de cada um. O preceito moral vai muito além do mero respeitar o quadro legal.
Quando se fala do próximo, não basta o respeito, pede-se amor, que é o único modo de respeitar o homem. Amor significa doação, querer o bem do outro, disposição de dar o bem ao outro, dar-se ao outro.
E devemos amá-los porque são homens, não porque sejam altos ou baixos, pobres ou ricos, etc. e portanto, é preciso amar especialmente aqueles que, por alguma razão, são menos amáveis: importunos, fracos, doentes, necessitados, até os perversos.
Se sabemos valorizar tudo o que recebemos da comunidade humana onde temos as nossas raízes, surge o dever moral de gratidão.
Tanto mais que normalmente não é possível devolver o equivalente ao que recebemos. Só podemos apreciá-los e orientar o agradecimento no sentido de ajudar os que vêm atrás de nós.
Chegar à maturidade humana significa superar a mentalidade de criança, que sempre espera receber dos mais velhos, e adquirir consciência das responsabilidades próprias.
Chegar à idade adulta significa assumir os trabalhos que a manutenção da vida social traz consigo, isto é, preocupar-se dos outros. Isto significa contribuir para o bem comum.
O bem comum é um imenso conjunto de bens materiais e espirituais que formam o património de uma sociedade. Por exemplo, a geografia e as paisagens de um país, as águas e riquezas naturais, o seu nível de vida, capacidade de produção, infra-estruturas de transportes e comunicações, edifícios, sistema de educação e de saúde, património artístico, etc.
E ainda outras coisas menos visíveis, mas importantes, como a ordem pública, a eficiência e a honestidade das instituições, a moralidade pública e familiar, etc. Também faz parte do bem comum que este esteja bem repartido por todos os membros da sociedade.
Todos os membros da sociedade têm o direito de gozar dos bens comuns e os membros adultos têm o dever de contribuir para esse bem comum de acordo com as suas possibilidades. Além disso, os adultos têm de contribuir proporcionalmente com mais do que recebem, porque os outros mais débeis (crianças, anciãos, doentes) podem contribuir com menos. Não é uma injustiça, mas precisamente o contrário!
O modo normal de contribuir para o bem comum é desempenhar bem o trabalho que lhe corresponde, seja ele qual for. Depois, cuidar das pessoas que de nós dependem. E também ajudar a conservar e fazer crescer todos os bens, materiais e espirituais, que o constituem. Contribui-se par o bem comum promovendo ou sustentando associações culturais, desportivas, de assistência, etc. Quanto mais iniciativas deste género houver, mais rica é uma sociedade.
Há assim três planos distintos de desenvolver os talentos pessoais: 1) desenvolvendo os próprios talentos a nível pessoal; 2) através dos laços familiares e de amizade; 3) assumir com entusiasmo as tarefas relativas ao bem comum da sociedade.
O homem deve cuidar e servir-se das coisas criadas por Deus. O homem é unicamente administrador, e prestará contas.
Mentalidade criada pela revolução industrial: avidez sem medida e considerar a natureza como "propriedade de ninguém". Dois graves inconvenientes: 1) muitos dos recursos são limitados; 2) os meios poderosíssimos que hoje dispomos para explorar a natureza.
As coisas têm uma dignidade (reflexo da beleza, da bondade e do poder de Deus) e a nossa inteligência diz-nos que temos a obrigação de respeitá-la: 1) evitar destruí-la; 2) não desperdiçar os recursos; 3) minorar os efeitos destrutivos da acção do homem ou da própria natureza; 4) acrescentar a beleza da criação.
Superar o consumismo, desenvolvendo um estilo de vida sóbrio: 1) não desejar coisas supérfluas ou desnecessárias; 2) procurar que durem as coisas; diminuir a produção do "lixo".
Entre iguais
Os outros são nossos iguais: são diferentes em muitos aspectos, mas são seres humanos como nós, todos temos os mesmos direitos (é a base da justiça).
Mas também há o preceito de que os "amemos como a nós mesmos". É uma opção. Também podíamos pensar que "somos concorrentes", pois gostamos dos mesmos bens que muitas vezes são escassos. Seria a lei da selva, a lei do mais forte. Como com os ratos: os mais fortes comem primeiro e os outros comem o que podem.
Neste caso, para que os homens não se destruam uns aos outros, estabelecem-se umas regras, umas normas legais, uns direitos fundamentais, e cria-se uma autoridade que corrija os abusos. Esta é a função que se costuma atribuir ao Estado. Assim acontece nas sociedades desenvolvidas.
Mas a "lei da selva" não se pode corrigir à força das leis e da repressão. A caridade não se impõe por decreto. É uma questão moral, que pertence ao exercício da liberdade de cada um. O preceito moral vai muito além do mero respeitar o quadro legal.
Quando se fala do próximo, não basta o respeito, pede-se amor, que é o único modo de respeitar o homem. Amor significa doação, querer o bem do outro, disposição de dar o bem ao outro, dar-se ao outro.
E devemos amá-los porque são homens, não porque sejam altos ou baixos, pobres ou ricos, etc. e portanto, é preciso amar especialmente aqueles que, por alguma razão, são menos amáveis: importunos, fracos, doentes, necessitados, até os perversos.
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